
Na próxima quarta-feira será lançada a primeira pedra da nova fábrica de cimento Palanca, em Benguela, envolvendo um investimento de USD 450 milhões. A produção prevista é de 1,2 milhões de toneladas de cimento anualmente (cerca de 4 mil toneladas/dia), podendo atingir, numa próxima fase, 1,6 milhões de toneladas. A produção é dirigida primordialmente ao mercado nacional e a unidade começará a laborar dentro de 36 meses A nova unidade, pertença do consórcio firmado entre os grupos Gema, (40% do respectivo capital, incluindo accionistas em nome individual), os portugueses da Escom (30%) e os brasileiros da Camargo Corrêa (30%) irá gerar, de imediato, 500 postos de trabalho. Localiza-se no Município do Lobito, em Hanha do Norte, ao lado da futura refinaria da Sonangol.
O período de recuperação do investimento (pay-back), revelou José Leitão, presidente do Grupo Gema a O País, deverá ocorrer entre 4 a 5 anos.
O projecto foi apresentado há pouco mais de um ano à Agência Nacional para o Investimento Privado (ANIP), com a qual será assinado um acordo antes da realização da cerimónia do lançamento da primeira pedra. A Palanca Cimentos beneficia, esclareceu José Leitão, da redução de imposto industrial durante os primeiros cinco anos de vida, bem como da redução de taxas aduaneiras em relação aos equipamentos importados.
















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